O Leãozinho já corria solto na liderança há algumas rodadas. Após este final de semana, já começa a não enxergar com facilidade quem vem atrás.
Com a surpreendente derrota do Timbuzinho para o Sete de Setembro (3×1), o Sport abriu seis pontos de vantagem sobre o rival.
Assim como acontece nos profissionais, o sistema de pontos corridos foi para o espaço e atual fase classifica os quatro melhores para as semifinais.
Sorte do Náutico porque não seria brincadeira tirar esta vantagem.
Mas enquanto não chega as semifinais, o Leãozinho vem fazendo a sua parte. E as suas vítimas. O Central foi a última (4×2).
Já Vitória e Santa Cruz seguem firme no G-4. O Tricolor das Tabocas derrotou o Porto (2×0) e o do Arruda, o Vera Cruz (2×1).
Dificilmente eles deixarão de estar nas semifinais. Hoje, o Santa, que é o quarto, tem quatro pontos na frente do Ypiranga, que é o quinto.
Vale registro a reação do Sete de Setembro, que nas últimas rodadas tem subido bastante na tabela.
Antes de derrotar o Náutico, o time de Garanhuns havia vencido o Santa.
Os outros jogos da rodada foram: Cabense 3×3 Araripina e Ypiranga 2×2 Salgueiro.
Veja a classificação após a 15ª rodada:
1º Sport 43 pontos
2º Náutico 37
3º Vitória 27
4º Santa 27
5º Ypiranga 23
6º Porto 21
7º Central 20
8º Sete 20
9º Cabense 14
10º Salgueiro 10
11º Vera Cruz 6
12º Araripina 5
Aos pais e profissionais da base, mais uma bela contribuição da Universidade do Futebol.
Resumo
No Brasil, o futebol é um fenômeno que fascina as crianças. Com isso, surge um grande número delas e de professores e treinadores envolvidos na prática da modalidade em escolas especializadas na formação de atletas. Nesses centros de treinamentos, tem-se utilizado uma filosofia imediatista, ou seja, buscam sucesso em curto prazo, causando assim uma especialização precoce. Em virtude desses métodos de treinamentos ultrapassados e inadequados, faz-se necessário o presente estudo, que coletou informações para mostrar “qual a idade ideal para a iniciação ao futebol”.
Introdução
O futebol brasileiro é considerado o melhor do mundo e uma fábrica de revelar craques; apesar disso, as divisões de bases dos clubes e os profissionais ainda continuam usando métodos de treinamentos ultrapassados e inadequados.
Mesmo com muitos estudos referentes à pedagogia esportiva, nota-se que os profissionais de Educação Física não estão respeitando as individualidades, as maturidades biológicas e o desenvolvimento motor das crianças para obterem sucesso, mesmo que isso possa acarretar problemas futuros aos jovens.
Apesar de todos os profissionais saberem que as atividades esportivas contribuem para o desenvolvimento em todas as faixas etárias, principalmente desde a infância, tal fato indica a necessidade de se estudar “como e quando” as crianças estão sendo iniciadas, bem como se a forma utilizada é correta e coerente com suas condições, características e necessidades, correspondendo ou não ao seu estágio de desenvolvimento (NETO, 2008 APUD ARENA e BOHME, 2000)
Quando utilizamos uma metodologia voltada à busca de resultados em curto prazo, dificilmente obteremos uma iniciação adequada. Apesar disso, deparamos com muitos ou praticamente todos os treinadores nas escolinhas e divisões de bases usando essa metodologia ultrapassada.
Assim como tudo na vida tem sua hora, no esporte também não é diferente. Entretanto, é notável que as escolinhas de futebol e clubes tenham aceitado e criado turmas com crianças que ainda não possuem condições motoras e psicológicas para praticar uma modalidade coletiva, no caso o futebol. Com isso, faz-se necessário esse estudo, para que possamos saber qual idade ideal para haver uma iniciação aos jogos coletivos.
Neto (2008) afirma que a iniciação ao esporte é o período em que a criança começa a aprender de forma específica e planejada. Entretanto, é necessário que respeitem suas características para que não ocorra a especialização precoce. Para o autor, a iniciação esportiva também deve apoiar-se no desenvolvimento integral das crianças e não usar a criança e o esporte de forma demagógica para conseguir realizar desejos imediatistas de conquistar vitória, títulos, prêmios.
A iniciação esportiva quando não feita de forma adequada pode acarretar inúmeros problemas à vida das crianças, quando muitas param de jogar por se sentirem pressionadas, rotuladas, inseguras, lesionadas. E pior do que isso, elas passam anos se dedicando a um determinado esporte e abandonam. Saindo do mesmo esgotado emocionalmente e inseguras, levando para o futuro possíveis consequências.
Um dos maiores problemas acarretados por uma prática esportiva voltada à busca de resultados imediatos é a especialização precoce. Esse quadro vem se agravando, pois tem recebido muitos adeptos dessa metodologia que permite resultados em curto prazo; por isso, faz-se necessário um estudo para saber o “quando” da iniciação no futebol.
Apesar de ser difícil precisar a idade ideal para começar um treinamento especifico aos jogos coletivos, há alguns estágios que o ser humano necessita ultrapassar para chegar à maturidade biológica, neurológica e motora, para que possa se especializar a uma modalidade esportiva. (NETO, 2008)
Para Freire (2006), na primeira infância, ou seja, antes dos sete anos, não deve haver escolinhas de futebol. Nessa faixa etária não há mal algum se a criança brincasse de bola, porém, sem necessidades de sistematizações rígidas. Já Almeida (2005), divide a iniciação esportiva em três estágios, onde no primeiro denomina como iniciação propriamente dita que é entre oito e noves anos.
Arena e Bohme (2000) afirmam que a criança até os 12 anos não deve participar de atividades esportivas especificas e de competições formais. Também designa etapa de iniciação ou formação básica geral, que engloba a fase dos sete aos treze anos. Os autores também verificaram coerência em algumas entidades esportivas que adotam a iniciação das modalidades coletivas entre 7-9 anos de idade.
A idade ideal para adquirir habilidades corporais é dos 6 aos 12 anos, e as atividades devem ter um caráter global de formação objetivando aumentar um manancial motor, devendo ser propostas de forma livre e como jogo, evitando desenvolver o potencial atlético. (NETO, 2008 APUD PAES, 1997)
As habilidades esportivas devem ser iniciadas entre os 7 e 10 anos sem que haja especificação de uma modalidade. Dos 11 aos 13 anos pode haver a especificação de algumas modalidades, sem a imposição de uma modalidade. A idade propícia para se especificar ao futebol será a partir dos 14 anos, podendo participar do esporte formal e de competições. (NETO, 2008)
Na fase Universal que abrange dos 6 aos 12 anos, é o melhor momento para a formação (iniciação) esportiva, quando a frequência nas atividades não deve ultrapassar três vezes semanais. Nos dois últimos anos desta fase (dos 10 aos 12 anos) pode haver a correção de erros motores. O autor também diz que só a partir dos 8 anos que pode desenvolver os jogos coletivos, já para introduzir o esporte formal a melhor idade é entre os 10-12 anos. (NETO, 2008 APUD GRECO, 2001)
A criança entre 2 e 6 anos encontra no período pré-operatório, que tem como maior característica o egocentrismo. Por isso, as crianças não têm maturidade para participar de jogos desportivos coletivos. De acordo com Scaglia (2008), até os 6 anos a criança se depara com a fase da anomia definida por Piaget, por isso ela não consegue seguir regras coletivas.
As evidências teóricas revelam que somente após a superação do período pré-operatório, que seria possível às crianças aprender um jogo coletivo regrado, pois antes disso jogar futebol com outras crianças só é possível se todos tiverem uma bola e a possibilidade de seguir a regra que elas bem desejarem. (SCAGLIA, 2008)
Gallahue e Osmun (1995) afirmam que na faixa etária de 7-10 anos, o ensino deve ser totalmente aberto, isto é, os conteúdos transmitidos pelo professor e praticados pelos alunos, não poderá haver correção dos gestos motores. Já nos 11-12 anos, o ensino poderá ser parcialmente aberto, ou seja, com breves correções na técnica dos movimentos.
De acordo com Paes (2004), a faixa etária entre 7 e 10 anos corresponde à fase de iniciação esportiva I – já deve se introduzir os jogos coletivos, desde que as atividades tenham caráter lúdico, participativo e alegre, oportunizando o ensino das técnicas desportivas através de jogos e brincadeiras. Entretanto, devem se evitar as competições antes dos 12 anos.
Conclusão
Com base nos autores acima, a iniciação ao futebol de ser entendida pelos profissionais esportivos como um processo que se iniciam logo que a criança tem suas primeiras experiências com os jogos, ou seja, a partir do sete anos, e termina aos quatorze anos, idade propícia para a especialização em determinada modalidade.
Apesar de o presente estudo ter como objetivo precisar a idade ideal para a iniciação ao futebol, também temos que ter cuidado com as atividades propostas, pois, cada fase tem suas características. Por isso necessitamos compreender que começar cedo no futebol não é necessariamente começar precocemente.
Por isso, antes dos sete anos devemos propiciar aos educandos a prática esportiva generalizada de diferentes esportes, no sentido de que a preparação esportiva do jovem deve ser um processo permanente de longo prazo, tendo como principal objetivo o desenvolvimento global e harmonioso da criança, o respeito à individualidade biológica, o conhecimento das particularidades de cada modalidade esportiva.
Portanto, o esporte na infância deve ser tratado de maneira adequada, respeitando-se a individualidade da criança, independentemente dos interesses ou objetivos das instituições formais ou informais. O esporte deve se adaptar às condições técnica, física e psíquica da criança de forma compatível com suas necessidades e possibilidades, adequando-se à sua maturação orgânica funcional.
Nessa fase, a criança precisa aprender a conviver com o esporte, vivenciando diferentes situações, construindo idéias e valores, descobrindo sentimentos e incorporando transformações sociais, afetivas, intelectuais e motoras essenciais para a formação do caráter do indivíduo e para o seu futuro esportivo.
Os resultados deste estudo apontam para a necessidade da revisão dos diferentes programas esportivos aplicados com crianças, principalmente quando se visa o esporte de competição, no qual os professores, os técnicos, os pais e os dirigentes esportivos estão mais preocupados com seus anseios e pensando na sua satisfação em ver a criança jogar, ser titular, ser melhor que os outros, em vencer, ser campeão, do que com o próprio aprendizado.
Sport ainda espera o retorno do meia Cássio, que no dia 31 de janeiro abandonou a Ilha.
De acordo com o supervisor da base rubro-negra, Carlos José, o clube entrou em contato com um irmão do garoto de 19 anos.
“Ele prometeu que Cássio se apresentaria, mas até agora nada”, comenta o supervisor.
O sumiço do meia aconteceu um dia antes do término do seu contrato com o Sport, dia 1º de fevereiro.
Só que Cássio já havia assinado a renovação e permanecia preso ao clube. Tanto que dois dias depois o seu nome foi publicado no BID da CBF.
Segundo Carlos José, surgiu a informação de que o meia colocaria o Sport na Justiça em busca da liberação dos direitos federativos.
“O Jurídico está cuidando disso. Mas se ele entrar mesmo não vai conseguir nada. Tá tudo certinho com FGTS, INSS, salário…”.
Michel
O lateral Michel tentou imitar o companheiro. Chegou a desaparecer do clube, mas acabou retornando e já treina com os juniores.
“Era a mesma situação de Cássio. Só que ele viu que estava errado e voltou”, justifica o supervisor.
O clube está investigando para chegar ao nome do empresário que estaria aliciando o pessoal da base.
Por enquanto, é um mistério.
Estar entre os profissionais é o desejo de todo garoto dos juniores.
Para Nininho, do Vitória, e Juninho, do Sport, o chamado do time de cima pode custar a artilharia do estadual de juniores.
Até a décima rodada, os dois apareciam disparados na briga para ser o goleador da competição. Nininho com 12 e Juninho com 9.
Em entrevista ao DaBaseFC, o atacante do Vitória chegou até a dizer que preferia ficar nos juniores, já que as chances no profissional eram escassas.
Mas não é bem o que vem acontecendo. Nininho tem entrado constantemente no segundo tempo dos jogos e mostrando bom futebol.
Menos mal pra ele, que ainda é o artilheiro, agora com 13 gols. O problema é que além de Juninho, com 9, surgiram outros candidatos a artilheiro.
Também na segunda posição com 9 gols estão Anderson Felipi, do Náutico, e João Neto, do Central.
Uma briga que se torna ainda mais equilibrada numa competição onde apenas dois times mandam.
Como já se pode dar como certa as vagas de Sport e Náutico na semifinal do estadual de juniores, a briga agora fica para saber quais os outros dois classificados.
A rodada deste final de semana foi marcada pelos tropeços dos cinco concorrentes às vagas no G-4.
O Santa empacou em um 0×0 com a Cabense, o Vitória perdeu para o Sete (2×1), o Porto foi massacrado pelo Sport (5×0), o Ypiranga, derrotado pelo Náutico e o Central foi batido pelo Salgueiro (2×1).
No outro jogo, o Araripina foi goleado pelo Vera Cruz (5×2).
Veja abaixo a classificação após a 14ª rodada.
1º Sport 40 pontos
2º Náutico 37
3º Vitória 24
4º Santa 24
5º Ypiranga 22
6º Porto 21
7º Central 20
8º Sete 17
9º Cabense 13
10º Salgueiro 9
11º Vera Cruz 6
12º Araripina 4
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- nininho: logo qnd o pernambucano infantil e juvenil começa? deixarei de acompanhar o site….. muito fraco
- adriano pereia gomes: bela campanha do timbuzinho fazendo historia na nossa região,e quando começa o pernambucano?
- pedro antonio: o nautico vai pegar nesta terça feira as 1530hs o sao paulo fc. abraços
- pedro antonio: é realmente vcs da base tem todas as razoes os clubes de pernambuco nao investe nas divisoes de base...




