O jovem time do Porto, o mais novo na Copa São Paulo, mostrou um ótimo poder de reação no torneio.
Depois de ser goleado pelo Bahia na estreia pelo exagerado placar de 7 x 0, o Gavião encarou o Lemense e foi buscar o empate em 2 x 2 nos últimos minutos.
O Porto saiu na frente. Deivid abriu o placar aos 28 do primeiro tempo.
Damião, aos 10 e aos 34 do segundo, virou para os donos da casa no grupo R.
Aos 44, Alemão deixou tudo igual. Aquele empate que tem um saborzinho de vitória.
Na última rodada da primeira fase, o time de Caruaru encara o Marília, ainda com chance de classificação.
O Atlético Pernambucano conheceu ontem sua segunda derrota na Copa São Paulo.
A exemplo do que aconteceu na estreia, diante do Internacional, o time pernambucano jogou bem, mostrou poder de reação, mas perdeu para a Inter de Limeira por 3 x 2.
Os paulistas dominaram o primeiro tempo. Renan abriu o placar aos 18 minutos em linda cobrança de falta.
Aos 36 e 45, foi a vez de Rato brilhar, mostrando oportunismo e sorte para deixar o time de Limeira com uma ampla vantagem.
O Atlético voltou para o segundo disposto a buscar o empate.
Diminuiu aos 22, com Thales cobrando pênalti com categoria.
Romário marcou o segundo dos pernambucanos, aos 38. Não houve tempo suficiente para o empate.
Com a segunda derrota, o Atlético praticamente dá adeus à classificação.
Encara o Mogi na última rodada precisando golear e ainda torcer por derrota do Internacional diante da Inter de Limeira.

Esta quinta é dia de Atlético Pernambucano e Porto voltarem a campo pela Copa São Paulo.
O Atlético encara a Inter de Limeira, às 16h (do Recife). Porto pega o Lemense/SP, às 18h.
Na primeira rodada, o Atlético, jogando um bom futebol, perdeu para o Internacional por 4 x 2.
A forma como o time pernambucano encarou o todo-poderoso Inter, tetracampeão da Copinha, aumentou a confiança do grupo.
Novato na competição, o Atlético saiu perdendo por 2 x 0 com 12 minutos de bola rolando. Foi buscar o empate.
Na metade do segundo tempo, porém, os seus atletas começaram a cair em campo com cãibras.
O time chegou a ficar com um a menos.
A boa equipe do Inter aproveitou para marcar mais dois gols e fechar o placar.
Para o técnico Sandro Dantas, dois fatores causaram os problemas musculares na equipe:
O aspecto emocional pela estreia e a falta de uma hidratação adequada no forte calor do interior paulista.
Como o primeiro já não existe mais e o segundo será solucionado, segundo Dantas, a expectativa do Atlético é muita boa.
A única dúvida no time é entre Roni e Guga na lateral direita. Diante do Inter, Guga substituiu Roni com poucos minutos de bola rolando.
Porto
A situação do time de Caruaru é bem mais complexa.
Levou uma supergoleada na estreia, tem o time mais jovem da Copinha (maioria ainda com 16 anos) e precisa superar o trauma.
O Gavião foi a São Paulo com o objetivo de dar experiência a este jovem grupo, que ainda terá mais duas Copinhas pela frente.
Mas sair da competição com outras goleadas na bagagem não é algo que faça muito bem a garotos que estão apenas começando.
Este será o maior desafio do Porto. Assimilar a goleada da estreia e conseguir jogar o seu futebol diante do Lemense.
Uma vitória nesta quinta mostraria uma enorme capacidade de recuperação deste grupo.
Vamos esperar a bola rolar.

Mesmo guardando as devidas proporções, o Atlético Pernambucano é o clube que mais cresce no estado.
O Atlético, que já contava com boa estrutura física no centro de treinamento, entre Carpina e Limoeiro, começa a construir um outro CT.
Trata-se do CT de Aldeia, que em junho terá um campo com dimensões oficiais, um mini-campo, piscina, sala de musculação e alojamento com 25 apartamentos.
Como se não bastasse, um pequeno estádio (5 mil torcedores) está para ser construído em Carpina.
“O projeto está nas mãos do prefeito. Já fizemos a terraplanagem do terreno onde o estádio será erguido”, explica o presidente do Atlético, Alberto Lisboa.
O investimento não acontece apenas na estrutura física do clube. O material humano é tratado com carinho.
Através de parceria com escolas de Carpina e Limoeiro, os garotos do Atlético não deixam a educação de lado.
O clube oferece transporte para levá-los do treino à sala de aula.
A maioria dos atletas moram em municípios próximos e após o dia de treinamento voltam para as suas residências.
Os que vieram de cidades mais distantes passam a semana nos alojamentos do CT.
A formação religiosa (não catequizante, como lembrou Lisboa) também faz parte do dia-a-dia dos garotos.
“Além da escola tradicional, contamos com orientadores educacionais que trabalham com o atleta a sua relação com Deus”, conta Lisboa.
“Não se trata de querer levá-los para esta ou aquela religião, mas de discutir uma formação teológica com os garotos”, completa.
Os gastos na construções de centro de treinamentos, estádio e com pessoal são encarados como investimento.
“Se estes recursos estivessem sendo aplicados na bolsa, eu teria de esperar para ter lucro”, compara Lisboa.
“No futebol é a mesma coisa. Mais adiante sei que terei retorno. Não tenho pressa”, prega o obstinado presidente.

O Atlético Pernambucano surgiu, segundo o presidente Alberto Lisboa, de um sentimento de frustração.
Em 2005, com o cargo de coordenador das divisões de base do Santa Cruz, Lisboa tentou em vão colocar suas ideias em prática.
A política interna do clube terminou sabotando o seu trabalho e algumas coisas estranhas começaram a acontecer.
“O médico que estava no clube, mas não subiu para o gramado num jogo dos juniores, que perdemos por W.O.”, cita um caso.
Lisboa ainda chegou a disputar a eleição no final do ano, como candidato da situação. Nova derrota dentro do clube do coração.
No ano seguinte, surgiu o Atlético Pernambucano.
“Decidi montar um projeto de clube com os meus próprios recursos”, explica.
Localizado na Zona da Mata Norte do estado, entre os municípios de Carpina e Limoeiro, o CT do Atlético começou a ser erguido.
Campo com dimensões oficiais, piscina, alojamento com 26 apartamentos, academia.
Ainda em 2006, o Atlético passava a disputar a Série A2 estadual com um time formado por garotos.
De lá pra cá, chegou perto de subir para a A1.
“Algumas pessoas me criticam dizendo que se eu desse uma enxertada no time já teria conseguido o acesso”, diz.
“Isto iria de encontro com a proposta do Atlético, que é de revelar e formar o seu próprio atleta”, justifica.
Paciência e coerência têm sido os pilares de Lisboa na gestão do Atlético.
“O acesso vai acontecer no momento certo, sem a gente atropelar o processo”, prega.
Parcerias com outros clubes do interior possibilitaram que a sua base pudesse estar em atividade no estadual de juniores.
Em 2008, com o uniforme da Centro Limoeirense. Em 2009, com o da Cabense.
Neste ano seria o Vera Cruz, mas o convite para participar da Copa São Paulo inviabilizou a nova parceria.
Paralelamente, o Atlético foi formando o seu sub-17, sub-15.
“Este ano, a gente deve fechar as categorias de base com implantação do nosso sub-13”, avisa.
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- Gustavo Costa: Realmente esta não deu p/entender. Site direcionado especificamente para categorias de base. vai...
- nininho: logo qnd o pernambucano infantil e juvenil começa? deixarei de acompanhar o site….. muito fraco
- adriano pereia gomes: bela campanha do timbuzinho fazendo historia na nossa região,e quando começa o pernambucano?
- pedro antonio: o nautico vai pegar nesta terça feira as 1530hs o sao paulo fc. abraços
- pedro antonio: é realmente vcs da base tem todas as razoes os clubes de pernambuco nao investe nas divisoes de base...


